quinta-feira, 7 de abril de 2016

Professor morto em falésia foi vítima de latrocínio; suspeitos estão presos

Diogo Nóbrega tinha 26 anos

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte confirmou nesta quarta-feira (6) que Diogo Rosembergh da Silva Nóbrega, de 26 anos, professor substituto do Departamento de Engenharia Civil da UFRN, não cometeu suicídio nem tampouco sofreu um acidente, como se chegou a cogitar. Segundo as investigações, o professor foi vítima de um latrocínio (roubo seguido de morte). O corpo do professor foi encontrado no dia 21 de fevereiro deste ano em meio às falésias de Cotovelo, praia do litoral Sul da Grande Natal. Os suspeitos estão detidos.

Ainda de acordo com a polícia, um homem e uma mulher foram presos e um adolescente apreendido. Uma coletiva de imprensa será realizada ainda nesta quarta-feira para apresentar detalhes das investigações e apontar qual foi a participação de cada suspeito no crime. 

O caso
Populares que encontraram o corpo do professor relataram que ele estava só de cueca, uma camisa polo e meias. Além disso, o corpo apresentava muitos hematomas. Também havia ferimentos nos braços e pernas e afundamento craniano. Perícia feita pelo Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) revelou que Diogo morreu em razão de um traumatismo cranioencefálico de ação contundente. Ou seja, foi vítima de uma agressão que causou fratura no crânio e dano físico ao cérebro.

Já o carro do professor, um Ford Fiesta, foi encontrado dois dias depois. Estava na Rua das Tulipas, no conjunto Cidade das Rosas, em São Gonçalo do Amarante, cidade que também faz parte da região Metropolitana da capital potiguar. Na ocasião, a Polícia Civil informou dois jovens foram vistos abandonando o veículo.

Carro de Diogo Nóbrega foi encontrado em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal 
(Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

G1 RN

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