terça-feira, 30 de agosto de 2016

Operação prende 15 suspeitos que revendiam passagens de ônibus ilegais

Batizada de Janela Fechada, operação foi realizada nesta segunda-feira.


A Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD) deflagrou em Natal, na manhã desta segunda-feira (29), a Operação Janela Fechada que conseguiu apreender três adolescentes e prender, até o início da tarde, 15 suspeitos pela prática do crime de estelionato.

Os detidos foram presos em flagrante no momento em que revendiam passagens de ônibus ilegais, nas principais paradas de transporte coletivo da capital potiguar. A Operação contou com o trabalho de policiais civis da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos (DEFUR), Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM- Zona Norte), Delegacia Especializada em Acidentes de Veículos (DEAV), e das 2a, 4a, 5a, 7a e 11a Delegacias de Polícias (DP).

“A nossa investigação descobriu que pessoas, conhecidas como "cartãozeiros" ou "valeiros", fazem parte de um esquema ilegal de compra e venda de vale-transporte. Os suspeitos oferecem ao usuário uma passagem com o preço abaixo do valor da tarifa comercial vigente, em alguns casos, o desconto é de R$ 0,50. O usuário recebe o cartão, usa no coletivo e depois devolve o mesmo para o valeiro. Os suspeitos conseguem lucrar o valor de até seis passagens, dentro de uma hora de uso do cartão, ao fazer a venda para várias pessoas. Até o final da tarde, deveremos divulgar mais prisões”, detalhou a delegada adjunta da DEFD, Karen Cristina Lopes.

Os suspeitos foram detidos nas principais paradas de transporte coletivo da capital potiguar, localizadas no Alecrim, Candelária, Cidade Alta e Tirol. Com eles, os policiais civis apreenderam diversos cartões e dinheiro.

“As investigações irão continuar e as pessoas que repassaram os cartões para os suspeitos serão identificadas e intimadas a prestar esclarecimentos na DEFD. Se comprovado a participação no esquema criminoso, elas também responderão pelo delito”, afirmou a delegada Karen Lopes.

Fonte: Assessoria / Degepol

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