segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Mossoró=Adolescente de 17 anos é perseguido e morto em via pública no bairro Santo Antônio



A violência não dar trégua a Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte e a cidade registra mais um crime de homicídio provocado por disparos de arma de fogo, o 5º em pouco mais de 24 horas. 

O caso foi registrado pela Polícia Militar, por volta das 12h30min deste domingo 25 de setembro de 2016 no cruzamento das ruas Tabelião Aoem Menescal com José de Almeida Machado, próximo a UPA no bairro Santo Antônio. 

A vítima Vinicius Jales de Oliveira de 17 anos, morador da Baixinha área do Abolição I foi alvejado com vários tiros em via pública e morreu no local. 

Familiares informaram à Polícia, que o adolescente saiu de casa, na Baixinha, pela manhã e estava com a esposa na casa de amigos no bairro Santo Antônio. 

Ainda de acordo com a familia, o jovem havia saído da casa dos amigos para comprar uma quentinha e quando caminhava em via pública foi perseguido pelos atiradores. 

Ao ser alvejado,Vinícius correu numa tentativa de escapar dos inimigos, mas foi alcançado e executado com sete disparos de arma de fogo. O jovem tombou sem vida no meio da rua. 

A Polícia ainda não tem muita informação sobre o crime, pois no local, ninguém quis dar informações sobre o caso. Populares disseram apenas que ouviram os disparos, e que visualizaram a vítima estendida ao chão. 

O adolescente, segundo a PM era suspeito de matar a pauladas o padrasto Francisco Hélio Gonçalves da Silva, de 39 anos, caso ocorrido no dia 20 de fevereiro deste ano na Baixinha. Francisco Hélio morreu no Hospital Tarcísio Maia, cerca de 20 dias depois de ser espancado. 

O corpo do adolescente, que foi assassinado por volta das 12h30min, só foi removido por volta das 16h40min, porque a equipe de Itep estava na Região do Alto Oeste recolhendo cadaver. 

Após ser necropsiado o corpo do jovem será liberado para que a familia providencie o enterro. Este foi o 171º Homicídio registrado em Mossoró neste ano de 2016. O caso será investigado pela DHPP.



Fim da Linha

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