quinta-feira, 6 de outubro de 2016

RN registra queda no número de assassinatos no trimestre aponta COINE



A Coordenadoria de Informações Estatística e Análise Criminal (COINE) divulgou na manhã desta quarta-feira (5) os índices da segurança pública no Rio Grande do Norte no período de janeiro a setembro de 2016, bem como as macrocausas da violência no Estado. 

Os dados apresentados pela COINE trazem como destaque positivo a redução de 4,2% na quantidade de Crimes Violentos Letais Intencionais em todo o Rio Grande do Norte no período de julho a setembro quando comparado com o período de abril a junho. 

A capital potiguar pelo terceiro mês consecutivo voltou a apresentar redução de assassinatos. De junho a setembro, Natal apresentou uma redução de quase 36% no número de CVLIs, sendo que o mês de setembro foi considerado o menos violento do ano na capital com 36 casos registrados. 
Outras cidades como Parnamirim, Ceará Mirim, Macaíba, São José de Mipibú, Nisia Floresta e Extremoz também apresentaram reduções. 

Já a cidade de Mossoró, voltou a apresentar um crescimento com um registro de 21 assassinatos no último mês. As estatísticas da COINE ainda demonstram que o mês de setembro registrou 159 casos de CVLIs em todo o estado, ou seja, uma redução de 4,2% em comparação ao mês de agosto deste ano (166). 

No total, os índices dos nove primeiros meses de 2016 no estado do Rio Grande do Norte ainda são maiores do que o mesmo período de 2015, ou seja, 1.467 CVLIs contra 1.199. Natal aparece com 429 registros e Mossoró com 175. 

Crimes relacionados a drogas lideram com 60,1% as macrocausas da violência homicida 

Entre as macrocausas da violência homicida, as drogas lideram com 60,1% dos crimes registrados, seguido pela violência interpessoal (14,8%). A arma de fogo segue na liderança entre os meios mais utilizados para a prática de CVLIs, em 2016, com 87% dos casos. 

Quanto ao perfil das vítimas, o relatório traz o sexo masculino como o mais vulnerável com 95% dos casos. Além disso, pessoas entre 12 e 24 anos e solteiros representam 45% e 84% das vítimas, respectivamente.

Assessoria SESED/RN

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