quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Polícia prende terceiro suspeito de integrar quadrilha de explosões a bancos no RN e PB

Francisco Jales da Silva estava em uma casa em Janduís, na região Oeste potiguar. Segundo delegado, núcleo da quadrilha fica no município.

Por G1RN
Francisco Jales da Silva é suspeito de integrar quadrilha de assaltos a bancos (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)

Foi preso nesta terça-feira (5) mais um suspeito de integrar a quadrilha responsável pelos ataque ao banco Bradesco do município Brejo do Cruz, na Paraíba, durante a madrugada do último domingo (3). Após o assalto, o bando fugiu para o Rio Grande do Norte e foi perseguido pela Polícia Militar dos dois estados. Houve pelo menos dois confrontos e cinco suspeitos morreram desde então. Agora, são três os suspeitos presos até o momento.

Francisco Jales da Silva estava dentro de uma casa em Janduís, na região Oeste potiguar, quando foi preso. A operação foi comandada pelo major da PM Inácio Brilhante, que chegou ao suspeito a partir de testemunhas.

O homem foi levado para a Delegacia Regional de Patu, onde foi reconhecido por três pessoas ouvidas pela Polícia Civil. De acordo com o delegado Sandro Régis, Francisco Jales alega inocência, mas poderá ser indiciado por organização criminosa e tentativa de homicídio.

Ainda segundo o delegado, Francisco teria confirmado para algumas pessoas que tinha participado do assalto. Ele havia chegado à residência em que foi encontrado no domingo (3), pedindo para ficar escondido junto com outro homem que ainda está sendo procurado. Os dois seriam explosivistas -- os responsáveis por prepararem e detonarem os explosivos nos ataques aos caixas de banco.

"As testemunhas reconheceram Francisco e também indicaram quem seria essa outra pessoa, que já estamos procurando. Eles se separaram do resto da quadrilha porque cada um tem uma função nesse tipo de organização. Quando cumprem a parte deles, eles já saem do local", relatou o delegado.

PM faz buscas por criminosos na região Oeste potiguar, entre as cidades de Janduís e Campo Grande (Foto: PM/Divulgação)

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